terça-feira, 18 de maio de 2010

Nelson Mandela!

"Depois de escalar uma montanha muito alta, descobrimos que há muitas outras montanhas por escalar."

"Nosso grande medo não é o de que sejamos incapazes.


Nosso maior medo é que sejamos poderosos além da medida. É nossa luz, não nossa escuridão, que mais nos amedronta.

Nos perguntamos: "Quem sou eu para ser brilhante, atraente, talentoso e incrível?" Na verdade, quem é você para não ser tudo isso?...Bancar o pequeno não ajuda o mundo. Não há nada de brilhante em encolher-se para que as outras pessoas não se sintam inseguras em torno de você.

E à medida que deixamos nossa própria luz brilhar, inconscientemente damos às outras pessoas permissão para fazer o mesmo".
 
"Ninguém nasce odiando outra pessoa pela cor de sua pele, por sua origem ou ainda por sua religião. Para odiar, as pessoas precisam aprender e, se podem aprender a odiar, podem ser ensinadas a amar."
 
"A educação é a arma mais poderosa que você pode usar para mudar o mundo."
 

segunda-feira, 5 de abril de 2010

Sobre as drogas!

Se você costuma tomar uns goles de cerveja, dar umas tragadas na maconha ou utilizar algum tipo de intorpecente (seja ele lícito ou ilícito), ouça bem o que tenho a dizer.

Nossa mente normalmente anda dispersa, quase que o tempo todo. No seu estado normal de consciência já é muito difícil perceber ou prever todas as situações.

Imagine se, ainda por cima, você costuma consumir alguma substância que diminua ainda mais o seu reflexo ou que amplie a instabilidade da sua concentração.

Já é mais do que comprovado cientificamente que um copinho de cerveja pode retardar consideravelmente a velocidade de reação da sua mente e corpo.

Se em um estado comum de consciência já é difícil escapar de acidentes (automobilísticos, caseiros, de trabalho, nos relacionamentos, de uso de palavras e etc) que são gerados pela natureza e pelo laços de acontecimentos, imagine se você estiver em um estado de consciência abaixo do comum.

Não vale dizer que a vida é sua e você faz o que bem quiser com ela, pois não há como separar a sua vida das dos outros. Todos os aspectos da vida são responsabilidade do ser vivente. Quando você entra em um carro e decide acelera-lo você deve saber da potencialidade do seu ato e saber que é responsável pelas consequências dele, este ato em questão pode ser usado como forma de transporte eu como arma letal. A diferença entre um e outro, muitas vezes, está no nível de consciência em que você se encontra. Se você não liga tanto para o que acontece com você, pense pelo menos nos outros e naqueles que você ama e/ou amam você.

Já cansei de ouvir falar sobre acidentes causados por bebedeira ou problemas em casa pelo uso de drogas, mesmo que apenas a cevejinha do final de semana.

Talvez você não perceba isto agora, mas pense nas probabilidades e nas condições que você gera para si e para o outro.

Existem formas muito mais divertidas e plenas de viver a sua vida.

Para ilustrar as probabilidades inseri o link de um vídeo abaixo, assita:

http://www.youtube.com/watch?v=Z2mf8DtWWd8

quinta-feira, 1 de abril de 2010

Renascimento - Boa Páscoa!

Gosto muito do Rubem Alves, ele tem um jeito simples e ao mesmo tempo profundo de dar uns tapas em nós. Hoje recebi um texto dele que já havia lido antes, mas para relembrar, já que estamos em época com tendências ao renascimento, transcrevo abaixo:


Vida de Pipoca (Rubem Alves)


Milho de pipoca que não passa pelo fogo, continua a ser milho para sempre. Assim acontece com a gente. As grandes transformações acontecem quando passamos pelo fogo. Quem não passa pelo fogo fica do mesmo jeito a vida inteira. São pessoas de uma mesmice e uma dureza assombrosa. Só que elas não percebem e acham que o seu jeito de ser é o melhor jeito de ser.

Há sempre o recurso do remédio: Apagar o fogo! Sem fogo, o sofrimento diminui. Com isso, a possibilidade da grande transformação também.

Imagino que a pobre pipoca, fechada, dentro da panela cada vez mais quente, pensa que sua hora chegou. Vai morrer. Dentro de sua casca dura, fechada em si mesma, ela não pode imaginar um destino diferente. Não pode imaginar a transformação que está sendo preparada para ela. A pipoca não imagina do que é capaz.

Aí, sem aviso prévio, pelo poder do fogo a grande transformação acontece: BUM! Ela aparece em uma forma completamente distinta, algo que ela mesma nunca havia sonhado.

Bem, mas ainda temos o piruá, que é o milho de pipoca que se recusa a estourar. É como aquelas pessoas que, por mais que o fogo esquente, se recusam a mudar. A presunção e o medo são a dura casca do milho que não estoura. E triste é o seu destino, uma vez que permanece dura a vida inteira. Vão acabar sozinhas, Não vão se transformar na flor branca, macia e nutritiva. Não vão dar alegria a ninguém.

terça-feira, 16 de março de 2010

Platão

"And those whose hearts are fixed on Reality itself deserve the title of Philosophers."
 
"E aqueles cujos corações estão fixados na própria verdade merecem o título de Filósofos."
(Plato, Republic, 380BC)

segunda-feira, 8 de março de 2010

Pense nisso!

“Conquistar a si mesmo é uma vitória maior que a conquista de milhares numa batalha”.


Buda ( 568-488 a.C.)

domingo, 21 de fevereiro de 2010

União, Integração 2

Imagine que você quer construir uma casa. Agora imagine que você será o único responsável por toda a obra: projeto, aprovação, compra de materiais, construção da estrutura subterrânea, piso, paredes, telhado, tubulação, esgoto, eletricidade, acabamento e etc.

Tente visualizar quanto tempo você demoraria para construir sozinho esta casa, por menor que ela fosse. Tempo de estudo, aprendizado, experiência prática e tempo de execução.

Por mais eficiente que você pudesse se tornar, o tempo necessário seria muito... muito maior do que o tempo somado de várias pessoas cumprindo todas as mesmas tarefas executadas por você. Isso demonstra que na prática quando conseguimos interrelacionar nossas atitudes e unir esforços podemos multiplicar(não apenas somar) o nosso poder contrutivo.

Quando é que não conseguimos fazer isso? Quando, por qualquer motivo, temos problema de convivência, quando não conseguimos nos relacionar positivamente com os vários seres que habitam o nosso planeta.

Aurobindo, um grande Mestre shakta, dizia que a dificuldade entre os seres humanos é a diferença de ritmo.
Isso quer dizer que quando não conseguimos observar e respeitar o ritmo do outro, o nosso próprio e aproximar estes ritmos, não conseguimos unir esforços e algumas tendência tais como repulsão, incompreensão, insatisfação e outras acabam por minar a potencialidade desta integração.

Isso também explica muitos dos acontecimentos dentro de grupos, empresas, instituições. Quando um indivíduo pensa, sente e age muito diferente de um certo grupo, dificilmente ele conseguirá continuar produtivo em contato contínuo com este grupo, quando atua ou depende da atuação direta do resto do grupo. Geralmente, depois de um tempo, ocorre uma cisão. Algumas vezes com cordialidade, outras nem tanto cordiais.

Você já deve ter percebido também que as pessoas que tem mais experiência e sabedoria conseguem conviver bem e se relacionar produtivamente com muitos tipos de pessoas. Às vezes, estes também conseguem mediar situações entre duas pessoas que tem dificuldade de convivência entre elas, funcionando como mediadores.

Lembra quando, vez ou outra, em uma desavença com um amigo ou namorado(a), havia aquela pessoa que ouvia, conversava e compreendia as duas partes? Tal pessoa se aproximava em sentimento e ponto de vista com cada um separadamente e conseguia fazer com que os dois se aproximassem novamente. Isso porque não se envolvia emocionalmente, já que a desavença não tinha relação com ela.

Será que nós conseguiriamos ter o mesmo comportamento diante de uma situação que nos envolve?

Já que nós temos esse tamanho de massa cinzenta que nos foi oferecida e a capacidade de somar 1 + 1. Podemos parar para pensar um pouco sobre isso, ao invés de ficar plantado na frente da TV em pleno domingo assistindo Faustão.

Quero dizer que nós temos sim, por natureza, capacidade de mudar nosso estado emocional e mental com ferramentas tais como a respiração, meditação e etc. Assim podemos fazer com que, parte de nós, não abalada pelas variações emocionais e mentais possam se relacionar melhor com os familiares, amigos, colegas, conhecidos, desconhecidos e até "inimigos", isso sem contar a infinidade de espécies que sucumbem dia após dia diante da inconsciência humana.

Sabe o que explicar o fato de alguns predadores caçarem em bando e outros não? Dificuldade lidar com o emocional, dificuldade de confiar nos outros e em si próprio.

Observando o comportamento do ser humano podemos verificar tendências muito parecidas com as do reino animal. Isso explicar o fato de muitos de nós nos interessarmos tanto por canais de TV como NATGEO ou Discovery Channel. Ali, a cada programa, nos identificamos com capacidades e atitudes boas e não tão boas, "inteligentes" e não tão "inteligentes". Somos muito parecidos com outras espécies.

Qual a diferença entre dois leões de disputam com garras e dentes a liderança do clã e de dois pitboys que disputam com socos e pontapés a atenção da galera?

Será que nós podemos melhorar um pouquinho?